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Prefeitura e Saae finalizam primeiro trecho de desassoreamento do Rio Sorocaba

 

A Prefeitura de Sorocaba, por meio do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), finalizou, nesta sexta-feira (20), o primeiro trecho das obras de desassoreamento do Rio Sorocaba. Em 12 dias de trabalho, no primeiro ponto da intervenção, que tem início na foz de um córrego localizado nas proximidades da confluência das Ruas Luís Braile e Alvarenga Peixoto, no Jardim Brasilândia, foram retirados 1.944 metros cúbicos de resíduos (162 caminhões).

Os trabalhos são executados por meio da utilização de uma escavadeira hidráulica, para coleta do sedimento depositado no leito do rio e o material é transportado por caminhões até área apropriada. As iniciativas são uma parceria do Município com o Governo do Estado, via Programa de Revitalização e Sustentabilidade Hídrica – Rios Vivos, gerenciado pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee).

Com o fim dos trabalhos do primeiro trecho, a máquina e o caminhão se deslocaram para o terceiro trecho, o qual teve sua licença ambiental expedida para início dos trabalhos, situado nas proximidades da confluência entre as avenidas Dom Aguirre e Artur Bernardes, no Jardim Maria do Carmo, em uma extensão de 265 metros.

No total, as intervenções ocorrerão em uma extensão de 9,2 quilômetros do trecho urbano do Rio Sorocaba e em 1,6 quilômetro do córrego Itanguá. O apoio técnico dos serviços está sendo realizado pelas equipes do Saae/Sorocaba, enquanto que os recursos e equipamentos empregados são oriundos do Governo do Estado.

O desassoreamento do Rio Sorocaba ocorrerá entre a Radial Norte e a Rodovia Raposo Tavares, em nove pontos com maior acúmulo de sedimentos: Radial Norte, Parque das Águas, Jardim Iguatemi, Rua Saliba Mota, Subestação da CPFL, Usina Cultural, Praça Lions, Terminal São Paulo e Ponte Pinheiros. O volume total estimado de material a ser recolhido é de 50 mil m³, durante seis meses.

“Os benefícios dessa ação contemplam a remoção de bancos de areia que causam afunilamento da calha do rio, a melhora no fluxo de escoamento, a redução da possibilidade de sobre-elevação da lâmina d´água e a retirada de 60 mil m³ de sedimentos acumulados nos dois cursos d´água”, aponta o diretor-geral do Saae/Sorocaba, Tiago Suckow.