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ENTRETENIMENTO

Sas promove ações de cidadania e saúde voltadas à terceira idade feminina – CGNotícias

A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sas), intensificou neste mês de março as ações voltadas à proteção e ao fortalecimento de mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Como parte da programação dedicada à defesa dos direitos femininos, a Superintendência de Direitos Humanos (SDHU) promoveu, nesta quarta-feira (18), uma roda de conversa na Associação Espaço Vida Ativa. O encontro reuniu cerca de 25 mulheres idosas para um diálogo sobre cidadania e saúde integral.

O evento destacou as especificidades do envelhecimento feminino, com o objetivo de transformar a informação em uma ferramenta prática de proteção. Durante a atividade, o chefe do Núcleo dos Direitos da Criança, Adolescente e Pessoa Idosa, Cid Pinto, abordou os marcos legais que asseguram a dignidade na terceira idade, ressaltando que o conhecimento é o primeiro passo para a autonomia.

A dinâmica também reforçou a importância da saúde emocional e da adoção de práticas cotidianas que contribuam para a qualidade de vida, combatendo a invisibilidade que muitas mulheres enfrentam nessa fase.

Segundo Cid Pinto, as ações vão além de um caráter comemorativo e buscam fortalecer políticas públicas sensíveis às múltiplas vulnerabilidades. “A SDHU trabalha para garantir que mulheres idosas não apenas conheçam seus direitos, mas também ocupem espaços de protagonismo na sociedade”, destacou.

A aposentada Ana Piuna, de 70 anos, que frequenta a instituição há três anos, aprovou a iniciativa. A programação incluiu ainda uma sessão de maquiagem e a entrega de verduras. “A palestra foi muito boa, todos são ótimos profissionais. Acho importante conhecermos nossos direitos”, afirmou.

Já a superintendente de Direitos Humanos, Priscilla Justi, ressaltou o papel estratégico dessas ações. “Ao longo do mês de março, reforçamos a importância de olhar para as mulheres em todas as fases da vida. Falar de mulheres idosas é reconhecer trajetórias de luta, mas também reafirmar direitos que precisam ser garantidos diariamente”, pontuou.